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Tão alto quanto os olhos alcançam

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Tão alto quanto os olhos alcançam.
Coordenação Geral: Maria do Céu Ramos.
Curador: Delfim Sardo.
Évora: Fundação Eugénio de Almeida, 2015.
Desc. Física: Capa dura; 168 p.; 27,00 cm.
ISBN 978-972-8854-70-6.

Exposição que propôs uma leitura cruzada entre a arte sacra e a arte contemporânea, assinalando o culminar de uma trajetória de mais de uma década de inventariação do património artístico da Arquidiocese de Évora e de divulgação da arte contemporânea. A mostra incluiu diversas obras relevantes de pintura, escultura e paramentaria provenientes de instituições de culto, bem como de arte contemporânea, de artistas como Joseph Beuys, Michael Biberstein, José Pedro Croft e Fernando Calhau.

 

«A tentativa da exposição Tão alto quanto os olhos alcançam é a de dar a ver um pouco desta possibilidade de cegueira, não através da justaposição entre imagens religiosas do início da modernidade e de imagens profanas da arte contemporânea, mas porque, na sua comparação se descola, de alguma forma, a intuição de uma transcendência. Claro que as obras de arte sacra e as produções dos artistas contemporâneos não pertencem ao mesmo mundo. São o resultado de processos históricos, culturais, políticos, antropológicos diversos. No entanto, para lá dessas diferenças, podem-se detectar alguns campos comuns que derivam da ostentação da corporalidade melancólica e sacrificial , da objectualidade que hesita em nomear, preferindo sugerir.»

(Delfim Sardo)







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